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3 motivos para assistir a Stranger Things

By 26/07/2016 CULTURA, TV

Quando todo mundo começou a falar sobre Stranger Things, a nova série da Netflix, fiquei meio perdida. De um dia para o outro, todo mundo que eu conhecia falava desse assunto, memes se multiplicavam como um vírus e eu lá, boiando.

Aí fui pesquisar a respeito, vi que era uma ficção científica e pensei: “ihhh, não vou ver!”, já que nunca gostei muito desse tipo de filme. Mas acabei cedendo, mais por curiosidade que qualquer outra coisa… e fui sugada pelo vício.

É até difícil explicar, porque a série toda é uma coisa tão magnética que parece apenas o efeito natural das coisas ficar apaixonada, mas vou tentar elencar 3 motivos para vê-la agora:

1. As crianças mais fofas do mundo

Acho que desde Carinha de Anjo (hahaha) eu não fico tão apaixonada por crianças assim. E a amizade delas é linda! Lição pra muito adulto cabeça dura, já que eles sabem brigar e perdoar com a mesma facilidade com a qual nós simplesmente julgamos uns aos outros. Ai, esse quarteto – El, Mike, Dustin (o mais querido de todos; quero pra mim!) e Lucas – é tão incrível, tão fofo e tão encantador que a gente só pode se deixar ser conquistado. Afinal, é aquele ditado: “vamo fazer o quê?”.

2. Girl Power

A pessoa mais poderosa da série, que faz – literalmente – céu e terra se moverem, que consegue fazer sua vontade ser a realidade, é um garota. Uma menina de 12 anos que não aceita ver coisa errada sendo feita e está sempre pronta para defender seus amigos e, claro, proteger a si mesma.

Além dela, Joyce (Winona Ryder, uhul!), a mãe de Will, é incansável! Batalhadora, independente; uma leoa pronta para proteger e cuidar dos filhos. Apesar de todas as evidências, ela continua fiel aos seus sentidos e vai até o fim em busca do filho. Winona, alias, deu um show na interpretação, que foi o retrato perfeito de uma mãe dedicada, que não mede esforços para recuperar o filho perdido.

E, por fim, Nancy, que mostra que não existe isso de “coisa de menino/coisa de menina” e bota a mão na massa, fazendo de tudo – e até melhor que os homens. Adorei o empoderamento envolvido!

3. A trilha sonora

Eu nem estava viva nos anos 80, mas sempre adorei músicas, filmes, livros e a cultura geral de décadas muito anteriores às minhas, então não é tão estranho eu ter curtido tanto a nostálgica – para os verdadeiros jovens dos anos 80, ao menos – trilha sonora de Stranger Things. Com clássicos como The Clash (todo mundo já notou que Should I Stay or Should I Go? tem algo a ver com o enredo, né? hehe), Foreigner (I’ve been waitiiing for a girl like you to come into my liiiife!), Toto, e Bowie (numa releitura de Peter Gabriel, mas tá lá, numa cena fortíssima), a série é um prato cheio para quem curte música.

Agora vou parar de falar para que vocês possam começar logo, hehe. Depois voltem aqui pra gente comentar! Não me canso do assunto, então eu fico rebobinando a fita toda hora e voltando ao início.

Bem-vindos ao clube! 

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Addicted to… Love

By 26/03/2016 CULTURA, TV

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Quando a Netflix lança alguma coisa, a gente pode confiar e assistir com tranquilidade, porque é certeza de que vai ser coisa boa, né? Depois de vários vícios (Sense8, Demolidor, Better Call Saul, Orange is the new Black….), achei um novo.

Logo que vi os primeiros vídeos de divulgação de Love, a nova série da rede, fiquei muito curiosa para assistir e já sentia que ia curtir… Fiquei mais apaixonada (hehe) e viciada do que imaginava!

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O enredo gira em torno de Mickey (Gillian Jacobs) e Gus (Paul Rust, que também é um dos criadores da série), um casal de opostos formado por puro acaso. Ele é o cara do interior fofo, romântico, não bonzinho quanto parece ou gosta de pensar e ligeiramente neurótico. Ela, uma garota cheia de vícios e problemas, imprevisível, com talento para gostar de babacas e um humor deliciosamente sarcástico.

Muita gente reclamou, falou que é só mais do mesmo e com cast formado por amigos/colegas do Judd, o que, em partes não deixa de ser real. Essa galera adora um Q.I., mas acho que é um avanço em relação ao romance açucarado de sempre. Para mim, o gostoso da série é que a história é mais plausível. Não é um conto de fada, não é fácil, não é aquela coisa de sofrimento e um inimigo querendo separar o casal de mocinhos, que triunfa no final.

É como na vida real: cheia de altos e baixos. Mickey e Gus (que me lembra muito um Woody Allen jovem) se conhecem, se apaixonam, têm problemas, tentam resolvê-los, falham, tentam de novo… Nenhum dos dois é mocinho, mas também não são vilões. São… pessoas. E, na minha opinião, essa é a melhor forma de representar uma história.

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Os episódios são gostosos de assistir, a temporada é (infelizmente) curtinha, os personagens são bem legais (achei uma vibe meio Girls, em certas partes) e a trilha sonora é sensacional! Ah, e o figurino é um belo bônus!

O único problema é que assisti tudo em dois dias e agora vou sofrer esperando pela nova temporada, kkk. Tem o trailer aqui embaixo, para quem quiser conferir:

Fica a dica, ainda que tardia. O blog tá abandonado, eu sei, mas é que, apesar de ter várias ideias de posts, não tenho tido muita vontade de postar. Espero que passe logo e vou tentar aparecer por aqui com mais frequência. Prometo.

Por ora, fica essa dica. Quem assistiu bem que podia deixar um comentário aqui, pra gente falar mais sobre o assunto, hein? :)

Beijos e até mais!

 

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Para assistir: Henri Henri

By 12/02/2016 CULTURA, TV

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Para recuperar as energias do Carnaval, que tal uma maratona de filmes franceses deliciosos?

Comentei no meu snap (add aí: jesscirino), esses dias, que está aberto, até o dia 18 de fevereiro, o My French Film Festival, festival do cinema francês online e, neste ano, gratuito para a América Latina e outras regiões.

Eu já havia visto um dos filmes da lista, 20 Anos Mais Jovem, e amado – acho que até cheguei a indicá-lo aqui. Agora, já coloquei mais 3 na lista e é um deles que eu vim recomendar hoje: Henri Henri.

Quem curtiu Amélie Poulain e gosta do livro Pollyanna vai se apaixonar por essa história! Para mim, foi como se as duas personagens se unissem e dessem origem à sua versão masculina: Henri.

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A história: Henri é um jovem que cresceu num orfanato e, desde cedo, se viu atraído pela luz. Sempre trabalhou garantindo que cada poste e santo do orfanato estivesse sempre bem iluminado e cresceu acreditando que sua missão no mundo era levar luz à vida das pessoas. Fofo!

Um dia, já adulto, o orfanato é vendido para virar outra coisa e todos precisam ir embora. Ele, o último órfão restante, precisa encontrar um lugar para morar e um emprego. Agora imaginem: um adolescente criado por freiras, num meio católico, sem muitas conexões externas e supertímido que precisa descobrir o mundo sozinho.

Henri é como uma criança, conhecendo tudo pela última vez. E vê o mundo sob a ótica daquela órfã que citei no início, Pollyana: tudo pode ser lindo, todo mundo pode ser bom, tudo tem uma solução. Uma ingenuidade, delicadeza e doçura que deixam a gente até mais leve.

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Enfim… Henri começa a trabalhar numa loja de conserto de lâmpadas e luminárias e, num dos trabalhos, encontra Hélène, uma moça que trabalha como caixa num cinema pornô, por quem se encanta imediantamente. Mas ela está sempre distraída e triste e ele toma para si a missão de voltar a levar luz à vida da moça.

Ele também conhece duas outras pessoas essenciais para o desenvolvimento de sua jornada: um colega de trabalho e um velho senhor que está em meio à luta pela recuperação de sua memória.

Para mim, é um filme sobre amizade, amor, esperança e otimismo. Bem surreal em algumas partes, admito, mas tão doce que a gente releva!

Além deste título, o festival apresenta mais 9 longas e 10 curtas. Oportunidade ótima para quem gosta, hein? :)

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Depois me contem o que acharam!

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Younger: meu novo vício da TV

By 03/02/2016 CULTURA, MODA, TV

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Quando Younger foi anunciada, fiquei louca para assistir. Afinal, uma série que já começava com a promessa de ser uma Sex and the City (uma das minhas séries preferidas de todos os tempos. Inclusive, é produzida por Darren Star, o mesmo cara responsável por SATC), com a fofa da Hilary Duff no elenco e com figurino de Patricia Field não poderia ser ruim.

Mas fui me envolvendo com outras histórias e queria saber se essa ia render (está na segunda temporada e já foi até renovada para uma terceira), então só ontem à tarde eu fui começar… e estou oficialmente viciada!

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Liza, a personagem principal, é uma mulher de 40 e poucos anos que, após um divórcio bem turbulento, precisa voltar ao mercado de trabalho. A casa dela precisa ser vendida, porque o marido estava cheio de dívidas (o que a obriga a vender a casa) e a filha está na Índia, para um intercâmbio.

Depois de diversas entrevistas, ela aceita que a idade, combinada com o fato de ter passado os últimos 15 anos sem atuar profissionalmente, serão um grande problema na volta ao mundo editorial.

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É depois de ser confundida por uma garota de vinte e poucos anos por um cara lindo num bar e após uma ideia de Maggie, sua melhor amiga, que a acolhe em seu apartamento em Nova York, que ela decide se passar por uma jovem de 26 anos em busca de experiência.

As personagens são bem divertidas e cativantes (até mesmo a chefona, que é uma espécie de vilã, é engraçada), os episódios são curtinhos (têm 25 minutos, por aí), o figurino é bem interessante (apesar de eu não gostar dos looks da Liza. Em compensação, AMO os da Kelsey e da Maggie), é uma coisa leve e as histórias são bem cativantes. Como não amar?!

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A trama me lembra um pouco Jenny by Design. Lembram? A garota apaixonada por moda que consegue um emprego numa revista fingindo ser mais velha? Eu amava!

São situações fáceis de fazerem com que a gente se identifique e uma mistura deliciosa de comédia e romance, com uma pitada de emoção. Acabei a temporada em menos de um dia (OK, são 12 episódios, mas… hehe)! Fazia um bom tempo que eu não gostava tanto de uma série assim. Obrigada à minha irmã, que me indicou. ♥

Então fica a dica. Vocês assistem? Vamos comentar!

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TV: Amor & Turbulência

By 06/12/2015 CULTURA, TV

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Domingo – ainda que no finalzinho, – é dia de indicar filme por aqui. Vocês correm o risco de: a) enjoar rápido ou b) passarem a ser tão apaixonadas por romances franceses quando eu, porque, sim, a dica da semana é mais um do gênero. hehe

Achamos Amor e Turbulências por acaso, quando procurávamos por algo para assistir na noite passada. Eu nem ia ver tudo, porque pensei que era americano (dessas preconceituosas! kkk. Brinks!), mas aí vi o idioma dos post-its que apareceram nas primeiras cenas e decidi ver tudo.

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O longa conta a história de Antoine (Nicolas Maravilhoso Bedos), um advogado e cafajeste profissional, e Julie (Ludivine Sagnier), artista plástica e sua ex-namorada. Os dois terminaram o relacionamento de forma repentina e dramática e as coisas ficaram mal resolvidas por ambos os lados. Depois de cada um seguir seu rumo, e apesar das tentativas de Antoine de entrar em contato com a ex, eles passaram três anos sem se falar… Até que o destino os coloca lado a lado, num longo voo de NY para Paris.

Fiquei com medo de ser um filme paradão, com apenas os dois falando num avião, mas estava enganada. A partir do momento em que eles se reconhecem, vamos descobrindo a história dos dois através de flashbacks deliciosos e divertidos.

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Eles são desses personagens fofos, dos quais a gente gosta logo de cara, sabem? A Julie é a típica mulher desconfiada, que já teve sua dose justa de más experiências com homens e, por isso, sempre acha que o cara está aprontando algo. Meio neurótica, mas divertida e interessante.

Já Antoine é o sonho das românticas: um cafajeste recuperado ao encontrar o verdadeiro amor de sua vida. Inteligente, espirituoso, elegante e devotado à sua musa. Em uma das cenas, ela surta, pensando que ele estava no whatsapp com alguma “catilanga” (kkk) e o manda deletar seu facebook e bloquear uma amiga. E ele o faz. Loucos! haha

Um filme que vale a pena ver e que vai te fazer sorrir. Depois me contem o que acharam. :)

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Para assistir: A Vida de Outra Mulher

By 15/11/2015 CULTURA, TV

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Preparados para mais um dica de comédia romântica francesa? kkk. Eu nem vou fingir que tento me controlar, porque é mentira. Sou apaixonada pelo cinema dos franceses! A dica de hoje é A Vida de Outra Mulher, que descobri no Netflix por agora e amei!

No melhor estilo De Repente, 30, o filme conta a história de Marie, uma mulher que dorme num dia, com 25 anos, e acorda aos 40. Isso porque, sem motivo aparente, ela perdeu a memória dos 15 anos que se passaram desde a última noite que se lembra de ter vivido.

Quando acorda, rica, mãe, bem sucedida e casada com Paul, o homem pelo qual era apaixonada, ela está assustada com o salto no tempo e com o fato de ter conquistado tudo o que queria.

Rapidamente, porém, ela vai percebendo que as coisas não estão assim tão bem e que ela pode estar bem perto de perder tudo o que mais ama. A partir daí, Marie começa uma louca e divertida jornada para tentar recuperar tudo e redescobrir sua própria vida.

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Apesar de ter algumas falhas de enredo – como a amnésia em si, que não chega a ser explicada -, a trama é leve, divertida e envolvente. O esquecimento chega na hora certa na vida da Marie, como uma segunda chance para corrigir seus erros e se reconectar com a sua essência.

Além disso, o par da musa Juliette Binoche é o amado Mathieu Kassovitz, de Amélie Poulain (quem não adora?! ♥), e o filho do casal é a coisa mais fofa do mundo!

Mais uma comédia romântica francesa que me conquistou e ganhou um espaço na minha lista de preferidos. Indico muito!

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Quem assistir, me conta, hein? Adoro comentar! :)

 

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